FNHIS favore projetos de desfavelização no Mato Grosso do Sul

O estado do Mato Grosso do Sul, há alguns anos, pensa na desfavelização. Até uma subsecretária foi criada para tratar do assunto. A matéria abaixo, foi publicada no site Capital do Pantanal, em janeiro deste ano e nos mostra o quanto o Rio de Janeiro está atrasado quando assunto é desfavelização. Já perdi as contas de quantas vezes falei que o Fundo Nacional de Habitação e Interesse Social (FNHIS) é uma das saídas para uma Rio sem favelas. Precisamos nos agarrar a esta causa, cobrar para que possamos viver em um Rio que sempre sonhamos.

 

MS tem cinco mil famílias morando em favelas

 

 

Relatório que ainda está na fase preliminar aponta que cerca de cinco mil famílias moram em favelas em todo o Estado. Corumbá, município que apresenta uma das condições mais difíceis, está prestes a dar início à construção de 800 moradias destinadas às famílias de baixa renda, através do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).

 

Outros municípios como Anastácio, Bonito, Ponta Porã e Ribas do Rio Pardo, também já estão incluídos no c. “Se continuarmos trabalhando, poderemos transformar MS no primeiro Estado sem favelas” afirmou o secretário estadual de Habitação, Carlos Marun disse hoje em entrevista ao programa de rádio Bom Dia Campo Grande.

 

A desfavelização, conforme Marun, é meta do governo do Estado. A exemplo da Capital, a idéia do governo é erradicar as condições de moradia caracterizadas por famílias vivendo em barracos de lona.

 

“O trabalho requer eterna vigilância. Em Campo Grande temos hoje duas concentrações de famílias que se instalaram na proximidade do Tarsila do Amaral e no Portal Caiobá II. Mas já garantimos os recursos para a produção de novas unidades de habitação social para atendê-los”, informou o secretário Carlos Marun.

 

Segundo ele, existe a previsão de assinar, em até 15 dias, a ordem de serviço para inicio das Obras no Portal Caiobá II. Há também, no mesmo período, previsão de obras pela Prefeitura de Campo Grande no Tarsila do Amaral.

 

Projeto

 

Famílias de baixa renda possuem terreno próprio também terão auxílio para construir a casa. O apoio virá por meio do Programa Meu Terreno, Minha Casa.

 

Carlos Marun avalia que é imenso o número de lotes sem construção, situação que precisa ser revertida. “A função social de um lote é servir de moradia. Por isso, estamos chamando a população para auxiliá-los com suporte técnico na conclusão de suas casas”, informou o secretário estadual de Habitação. As inscrições devem ser feitas na Agehab (Agência Popular de Habitação).

 

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