Construtoras apostas nas classes de baixíssima renda, uma opção para a desfavelização

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Esta não é a primeira vez que mostro neste site o interesse de construtoras na classe de baixíssima renda. Está aí mais uma opção para a desfavelização de muitas comunidadesde nossa cidade. Leiam abaixo mais uma matéria sobre o novo segmento do mercado imobiliário que pode sim ser a chave da dersfavelização do Rio de Janeiro.
Construtoras e imobiliárias estão atentas à casa própria com parcelas mais baratas que aluguel.

O mercado imobiliário na Bahia e em todo o Brasil está em um dos seus melhores momentos de expansão. Terrenos são terraplanados e novos prédios surgem na paisagem de Salvador e região metropolitana para atender à demanda da casa própria. As ofertas para as classes média e alta são muitas, mas existe um segmento com um enorme potencial de crescimento no setor imobiliário, que é o da habitação para a classe de baixa renda, e que vem chamando a atenção de construtoras e imobiliárias cientes do déficit habitacional de quase oito milhões de moradias em todo o país.

Somente a Bahia tem carência de 602.567 moradias, mantendo-se em quarto lugar no ranking dos estados com maior déficit habitacional do Brasil, segundo a Fundação Getúlio Vargas, com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), divulgado no final de novembro. O estado baiano está atrás apenas de São Paulo (1,517 mil), Rio de Janeiro (752 mil) e Minas Gerais (632 mil moradias).

Para atender a essa demanda reprimida, os prazos de financiamento de até 30 anos e os juros mais baixos vão contribuir para a “desfavelização” da classe de baixa renda e a popularização dos empreendimentos imobiliários. A desfavelização – quando a classe de baixa renda terá condições de comprar a sua casa própria e morar dignamente – é uma tendência de mercado segundo o diretor de atendimento da Lopes Consultoria de Imóveis, Lucas Penteado. “Diante do cenário econômico, com condições mais favoráveis para o financiamento, e do momento de crescimento em que passa o mercado imobiliário, a população de baixa renda terá condição de adquirir a sua casa própria”, declarou Penteado.

O diretor da Lopes acredita que está havendo interesse das construtoras em construir nos bairros mais periféricos e nas cidades do interior. Um exemplo disso é a Construtora Tenda, que comercializa apartamentos com parcelas a partir de R$240 em Salvador, Lauro de Freitas, Camaçari e Feira de Santana. “As parcelas dos empreendimentos tendem a cair porque há ampliação dos prazos de pagamento e redução dos juros, o que favorece tanto à classe média quanto à baixa”, salientou Penteado. Ele acredita que a prestação para a compra da casa própria deverá ficar menor que o valor do aluguel.

“Em São Paulo, a Odebrechet e a Gafisa se uniram e criaram a marca Bairro Novo, que lançou um complexo habitacional de nome homônimo, com 2.300 unidades com preço mais popular, em Cotia”, citou Penteado, acrescentando que essas parcerias e o surgimento de construtoras de empreendimentos populares comprometidas com a qualidade do produto e o conforto dos moradores, “em breve será o grande filão de mercado das construtoras e incorporadoras baianas”.

Fonte: Bahia em foco. AC Comunicação

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