Ministro diz que traficantes ordenaram a manifestação de moradores no Morro da Providência

Morro da Providência

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Saiu publicado hoje, no jornal O Globo, notícia sobre o pronunciamento do Ministro da Defesa, Nelson Jobim, que diz que parte das reações contra a ocupação militar no Morro da Providência partiu de traficantes. Segundo o jornal, de acordo com o ministro, a presença do Exército no local teria enfraquecido a facção que domina a comunidade, o que teria motivado manifestações contrárias aos militares.

Isto está mais do que claro, não é novidade para ninguém e, infelizmente, há muito tempo, que traficantes, bandidos cruéis, controlam a vida de uma imensidão de trabalhadores de bem, que moram em favelas por não terem outra opção.

Enquando não houver a discussão de projetos para que o Rio de Janeiro seja desfavelizado, o Estado não irá controlar estas regiões sitiadas por inteiro. Estamos à beira de uma guerra civil. A população não agüenta mais a violência desta cidade. A desfavelização se faz necessária agora, urgente, para que possamos evitar uma futura catástrofe na cidade.

 Leia a matéria abaixo na íntegra.

 Ministro diz que tráfico incentivou protesto em morro Governo federal quer acordo na Justiça com parentes de vítimas BRASÍLIA e RIO. O ministro da Defesa, Nelson Jobim, afirmou ontem que parte das reações contra a ocupação militar no Morro da Providência partiu de traficantes. De acordo com o ministro, a presença do Exército no local teria enfraquecido a facção que domina a comunidade, o que teria motivado manifestações contrárias aos militares.

” A presença das Forças Armadas no morro determinou uma redução no uso do local como ponto do tráfico. Portanto, temos que entender que as reações, misturadas à disputa eleitoral municipal, foram em grande parte dirigidas pelo próprio tráfico”, disse Jobim, que voltou a defender a presença do Exército na Providência, onde, no dia 14 do mês passado, três jovens foram assassinados após serem entregues por militares a traficantes do Morro da Mineira, dominado por uma facção rival. Jobim disse que o governo não vai mais enviar um projeto de lei para estabelecer uma pensão vitalícia para os parentes dos jovens mortos. Mais tarde, o ministério divulgou uma nota esclarecendo que, apesar disso, não desistiu da indenização. Segundo o texto, a questão terá de ser tratada através de um acordo na Justiça, uma vez que as famílias entraram com uma ação contra a União. (O Globo).

 

 

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